domingo, 25 de janeiro de 2026

Sigam-me

Graça e paz da parte de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

Amados em Cristo,
o texto do evangelho para este terceiro domingo após a Epifania nos coloca diante de um movimento muito claro do ministério de Jesus.
Mateus nos diz que Jesus começa sua pregação com uma frase curta e direta: “Arrependam-se dos seus pecados porque o Reino do Céu está perto!” (Mt 4.17). E logo em seguida, ele chama pessoas comuns — pescadores — para segui-lo.
Esse texto nos mostra duas coisas fundamentais: quem nós somos diante de Deus e quem Cristo é e o que ele faz por nós. Aqui precisamos ouvir bem a distinção entre lei e evangelho.
Primeiro, a lei.
O chamado ao arrependimento não é um convite leve ou simbólico. Não é uma simples tentativa ou vontade de mudar.
Jesus diz: “Arrependam-se”. Isso significa reconhecer que algo está profundamente errado.
A lei revela que nós, por natureza, preferimos as trevas à luz. Vivemos como quem está ocupado demais com as próprias redes, com os próprios barcos, com os próprios planos. Mesmo quando ouvimos a palavra de Deus, muitas vezes pensamos: “Depois. Agora não. Ainda não”.
O texto diz que o povo “vive nas trevas” (Mt 4.16). Essa não é apenas uma descrição do mundo antigo. É um retrato honesto do nosso coração hoje.
Trevas não são apenas grandes pecados visíveis, mas também a autoconfiança, a indiferença espiritual, a tentativa de conduzir a própria vida sem depender de Deus.
A lei nos mostra que, se dependesse de nós, não seguiríamos Jesus. Continuaríamos lançando as redes como se nada estivesse acontecendo.
E isso tudo nos leva a perceber que sem Deus e sem a salvação em Cristo Jesus, estamos perdidos em nossos pecados. Não há saída em nós mesmos e nem em nossos esforços. Sem Jesus só há condenação quando esta vida terminar. Sem segundas chances. Sem purgatório. Sem salvação eterna.
Então vem o evangelho — e ele vem com força.
Jesus não espera que as pessoas saiam das trevas por conta própria.
Mateus é muito claro: a luz aparece primeiro. Cristo vai para a Galileia, para a região desprezada, para o lugar esquecido. Ele caminha até onde as pessoas estão. Ele não diz: “Melhorem e depois venham”. Ele diz: “Sigam-me”.
Quando você sentir-se inferior, lembre-se: Jesus não chama pessoas capazes, mas pessoas que precisam ser chamadas.
Ele não escolhe os discípulos porque eles têm algo a oferecer, mas porque ele mesmo, nosso Salvador, tem algo a dar. Ele chama e, no próprio chamado, cria fé, cria um novo caminho, cria uma nova identidade. “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim”.
O reino dos céus está próximo não porque nós nos aproximamos de Deus, mas porque Deus se aproximou de nós em Cristo. Esse reino chega em palavras e chega em ações: Jesus ensina, anuncia e cura. Ele carrega sobre si o pecado, a culpa e a morte que pertenciam a nós. A luz que brilha na Galileia é a mesma luz que brilha na cruz, onde Cristo entra nas trevas mais profundas para nos resgatar.
E isso muda tudo.
Agora, seguir Jesus (ser discípulo) não é uma condição para ser aceitos por Deus, mas o resultado de já termos sido alcançados por sua graça.
As redes ficam para trás não para comprar salvação, mas porque já fomos libertos. Nesta liberdade, viveremos nossa vida cristã dedicada ao Senhor, sem culpa, pois ele nos libertou.
Por isso, quando hoje ouvimos novamente o chamado de Jesus, ouvimos também sua promessa. Ele continua vindo até nós por meio da Palavra e dos Sacramentos. Na santa ceia, ele mesmo nos serve com seu corpo e sangue, dizendo: “Por vocês”. Ali, o reino dos céus está realmente próximo — tão próximo quanto o pão e o vinho que recebemos.
Assim, vivemos como discípulos não por força própria, mas sustentados pela graça. Caímos, sim. Vacilamos, sim. Mas seguimos confiantes naquele que nos chamou e que é fiel. A luz continua brilhando. O reino continua vindo. E Cristo continua dizendo a cada um de nós: “Sigam-me”.
Amém.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

A culpa não é da tecnologia

 


Muitos dizem que a tecnologia é a grande vilã da falta de diálogo entre pais e filhos. E de que as crianças ficam “enfurnadas” em seus quartos com seus celulares etc.

Mas será mesmo que a “culpa” é da tecnologia? Aliás, por que sempre queremos achar um culpado? Será que há sempre culpa a ser resolvida? Já afirmo que nem sempre. Talvez tenhamos que aprender a lidar mais com a “responsabilidade” em vez d “culpa”.

A verdade é que as dificuldades na comunicação familiar não começaram com os smartphones. Elas sempre existiram, porque comunicar-se exige tempo, atenção e disposição. Para citar alguns entraves na comunicação: já houve tempo em que distância física e isolamento geográfico eram problema. Imigrações, guerras, ou simplesmente a busca de um futuro melhor em local distante, faziam as pessoas dependerem exclusivamente das cartas (quando havia), que demoravam meses para chegar. Algumas pessoas que partiram para outros países em imigrações, nunca mais tiveram notícias de seus queridos deixados para trás.

Pode ser que barreiras linguísticas não atrapalhem a comunicação dentro do lar, mas vocês já perceberam que os adolescentes parecem falar uma língua própria? Aquilo que o “velho” entende de uma forma, o adolescente pode entender de outra e aí já nasce a dificuldade, assim como pessoas com sotaques diferentes dentro do mesmo país. Seria hilário ver uma conversar entre um mineiro do interior, um gaúcho dos pampas, um manezinho de Floripa, um paulistano na Mooca e por aí vai. Essa “barreira linguística” também ocorre dentro de casa, com ou sem o celular.

Um limitador dentro do lar pode ser o autoritarismo. Pai e mãe ou um dos dois querem ser apenas “obedecidos” e isso não funciona bem. Nunca funcionou, o que acontecia é que a geração passada (várias gerações passadas, aliás) simplesmente calava. E resmungava no seu íntimo, porque se falassem algo, poderiam ser castigados, daí o medo impera e o diálogo emperra.

Falta de alfabetização não parece ser mais uma barreira, embora dê vergonha alheia de ler textos até de professores e jornalistas. Que saudade da época em que as pessoas sabiam o que é uma vírgula e um a craseado... Mas neste momento meu cérebro está me aconselhando: “seje menas”... Então serei menos rigoroso. Não dá para cobrar da geração atual o que não receberam: educação. Porque de 40 anos para cá a educação só piorou, prova disto é que 33% dos médicos de uma pesquisa recente não sabem a diferença da “veia” pra “aveia”... Então a falta de educação básica precisa de paciência. É sempre preciso perguntar de novo e explicar novamente para ver se todos se entenderam.

As mudanças sociais e tecnológicas podem atrapalhar sim, mas não costumam ser a causa e sim o sintoma. Igual uma pessoa que está com pneumonia, mas o médico só se preocupa com a febre (certamente um dos 33%)... Primeiro se trata do problema, a pneumonia, e os sintomas desaparecerão.

Se não é da tecnologia a responsabilidade pela falta de diálogo, de quem é? Essa é fácil: dos pais. E eu sou pai de duas lindas moças. Já falhei muito nesse diálogo. Sempre preciso me readaptar e procurar melhorar. Procurar fomentar atividades que levem ao diálogo e conversa. Promover um ambiente seguro em que possa haver diálogo, mesmo que seja por smartphone (isso mesmo, para quem não sabe, dá pra conversar com os filhos, com o marido ou a esposa, pelo celular).

A tecnologia não cria distâncias por si só; ela apenas revela ou amplia hábitos que já estavam presentes. Se antes os pais ou os filhos se refugiavam no trabalho, na leitura, nos estudos, no lazer ou na televisão, hoje podem se perder nas redes sociais e em muito mais coisas. O problema não é o meio, e sim a prioridade. A sociedade está mudando, e com ela mudam as formas de interação. Porém, princípios não mudam: filhos continuam precisando de presença, escuta e amor. Precisam de segurança e não somente de críticas: “você fez, isso, não fez aquilo”; “você não estuda”, “seus amigos são ruins”, “você nunca faz o que te peço”, “você precisa crescer”... Isso nunca resolveu nada e não o fará.

Não culpe a tecnologia pelo que é responsabilidade sua. Use a tecnologia como ponte, não como barreira. Envie mensagens, faça chamadas, compartilhe momentos. Mas, acima de tudo, esteja presente de verdade. Dizem por aqui que na falta de “tempo em quantidade” é preciso ter “tempo de qualidade”. Mentira. Tempo de “qualidade” é o que vem em “quantidade”. Se a família e Deus são prioridades pra você, você vai dar um jeito de estar presente. E não se arrependerá de estar presente. Nunca.

Likes inflam egos e têm criado uma geração vazia, mas likes não substituem abraços, e emojis não substituem palavras ditas com carinho. Assuma a culpa (ou responsabilidade) que é sua. Este é o primeiro passo para a busca do perdão, do entendimento e do diálogo. Não terceirize a culpa, não adianta. Busque a solução. Busque orientação em Cristo. Busque aconchego e acolhimento no seu lar e na sua igreja.

 

Oração:

Senhor, ajuda-me a ser presente na vida dos meus queridos. Não me permita transferir minha responsabilidade para a tecnologia, mas use cada recurso para aproximar, nunca para afastar. Dá-me sabedoria para equilibrar meu tempo e coragem para priorizar o que realmente importa: relacionamentos que refletem o teu amor, a leitura e o estudo da tua Palavra e a presença em tua casa. Amém.

 

Jarbas Hoffimann

 

Leia em sua Bíblia Provérbios 2.26

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Não viva de hipóteses que te esmagam


Eu gosto da língua portuguesa e de idiomas de uma forma geral. Saber expressar-se é fundamental, especialmente quando a maioria das pessoas não saberia a diferença entre: “nesta quarta-feira” e “nessa quarta-feira”. Sim. Tem diferença! E muita.

Se você é brasileiro e estudou bem a língua portuguesa, sabe que temos muitos tempos verbais. E sabe que eles estão morrendo. As pessoas não sabem mais a diferença entre “vir” e “ver” ou “vir” e “vier”. Aliás, ouço muito: “quando eu vir”. Mas a pessoa está pensando em “chegar” e não em “enxergar”. Se estivesse pensando em chegar seria: “quando eu vier”. Tá chato isso? Talvez, se você não gosta de linguagens ou se faz parte daqueles que aprenderam a olhar tudo apenas superficialmente. E acabaram sendo bons em nada. Escrevem com maestria com seus dedões, mas escrevem todas as palavras erradas e sem pontuação. Uma curiosidade que talvez outros pastores compartilhem, as pessoas deixaram de usar o “r” no final da palavra pastor. Então, agora em vez de liderar as ovelhas (pastor), parece que somos a comida delas (pasto). E metaforicamente isto é verdade, porque as pessoas buscam a igreja para alimentar seus egos e esvaziar suas consciências sobrecarregadas em uma fé vazia e sem propósito. Quando ouvem do pastor o que precisam ouvir, fazem beicinho, batem o pé e saem “revoltadinhos”.

Enfim... Falemos do “futuro do pretérito”:

Apesar de conhecer e gostar de usar bem os tempos verbais, parece-me que um deles se mal-usado, pode sobrecarregar desnecessariamente uma alma já cansada. Este é o Futuro do Pretérito. Este tempo verbal é usado corretamente para expressar hipóteses: “Eu compraria o carro se tivesse dinheiro”; pode ser usado também para não ferir egos quando se vai dar opinião ou pedir favores: “Você poderia me ajudar com este relatório?”; o terceiro uso (que destacarei abaixo) é para expressar desejo ou intenção não realizada: “Nós gostaríamos de ter viajado mais no ano passado.”; pode ser ainda um discurso indireto no passado: “Ele disse que iria ao cinema mais tarde.”; finalmente, um passado provável (por mais contraditório que isso seja): “Ele teria chegado atrasado por causa do trânsito.” E destaco primeiramente este último. Veja que o sujeito da frase parece estar procurando um culpado. E não está acreditando na “desculpa” dada pelo atraso. Enfim, isso tudo pode ser transformado em discurso direto e sem possibilidades vazias. Sem insinuações.

Quanto ao uso que quero abordar, a frase acima é “Nós gostaríamos de ter viajado mais no ano passado.”. Talvez sobre viajem isto traga apenas descontentamento, mas mude a frase para uma situação da vida: “eu gostaria de ter abraçado mais meus filhos.”. Veja o peso da culpa que este tempo verbal pode trazer. E, sinceramente, não vai mudar nada porque apesar de ser “Futuro do Pretérito”, a situação está no “Pretérito Perfeito”, vou reescrever a frase para exemplo: “Eu não abracei mais meus filhos.” E o que você pode fazer quanto ao passado? De fato. Nada. Mas você pode fazer diferente de hoje em diante. Por isso não se sobrecarregue com o poderia ter sido se... Fique com o fato: não aconteceu, mas ainda pode acontecer. Não aconteceu, não pode mais acontecer (às vezes as pessoas morrem...), mas vou fazer diferente de agora em diante.

O passado não pode ser mudado. O hoje só pode ser vivido e o amanhã só pode ser esperado. Todo mundo (ou quase) que promete começar algo amanhã, provavelmente não começará. O hoje é uma bênção, um presente (este tempo verbal importa muito), o amanhã apenas uma promessa.

Se você tem algo do que se arrepende e ainda tem chance de corrigir, não se lamente apenas pelo que foi, faça diferente. Se pecou contra Deus ou contra alguma pessoa, volte, peça perdão e aja diferente.

Diz o ditado: o futuro, a Deus pertence. Mas em Cristo ele garantiu que nosso futuro será a vida eterna. Por isso, não fique remoendo a culpa por aquilo que você fez e não pode mudar o passado. Arrependa-se. Se feriu alguém, busque entender-se perdoando e buscando o perdão. Confesse seus pecados a Deus e dele recebe o presente de hoje e a esperança do amanhã. Porque o pecado do passado, para os que estão em Cristo, não existe. Deus te abençoe.

 

Oração: Senhor, ensina-me a viver o presente com gratidão e propósito. Não quero me prender ao peso do que poderia ter sido, mas abraçar a oportunidade do agora. Isto só conseguirei, guiado pelo teu Espírito. Perdoa-me pelas escolhas erradas do passado e ajuda-me a corrigir o que ainda pode ser mudado. Dá-me coragem para pedir perdão, humildade para perdoar e sabedoria para agir diferente daqui em diante. Não quero viver de hipóteses, mas de atitudes concretas que glorifiquem o teu nome. Obrigado pelo presente de hoje e pela esperança segura do amanhã em Cristo. Amém.

 

Jarbas Hoffimann

 

Leia em sua Bíblia Filipenses 3.1-14


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segunda-feira, 18 de agosto de 2025

Crescendo em Fé - Aula 4

 

Aula 4

Leitura Bíblica: Semana 4

Salmo 104, 105; Provérbios 23

Salmo 106, 107; Provérbios 24

Salmo 108, 109, 110, 111, 112, 113, 114; Provérbios 25

Salmo 115, 116, 117, 118, Provérbios 26, 27

Salmo 119.1-88; Provérbios 28, 29

Salmo 119.89-172; Provérbios 30

 

Assim como você fez semana passada, escolha um versículo (ou mais) a cada dia e publique no Instagram do Catecismo. A conta é @catecismocf. Se quiser, marque @pastorjarbas e @castelofortenv. Assim todos vamos compartilhando nosso aprendizado.

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Levítico

Números

Responder sobre os vídeos:

Levítico

  1. Qual é o contexto inicial do livro de Levítico?
  2. Qual é o tema central de Levítico?
  3. O que significa a santidade de Deus no contexto do livro?
  4. Como Levítico é estruturado?
  5. Quais são os dois tipos principais de sacrifícios descritos?
  6. Qual é o propósito do sangue nos sacrifícios de expiação?
  7. O que as sete festas anuais de Israel representam?
  8. Por que a santidade dos sacerdotes é enfatizada?
  9. O que torna uma pessoa ritualmente impura, segundo Levítico?
  10. Qual é o significado do Dia da Expiação?

Números

  1. Qual é o contexto inicial do livro de Números?
  2. Por que o livro é chamado de Números?
  3. Como o acampamento de Israel é estruturado?
  4. O que acontece quando Israel deixa o Sinai?
  5. Qual é o evento central no deserto de Parã?
  6. Qual é a consequência da rebelião dos espiões?
  7. O que Moisés faz de errado com a rocha?
  8. O que simboliza a serpente de bronze?
  9. Quem é Balaão e o que ele faz?
  10. Qual é a mensagem central de Números?


Crescendo em Fé - Aula 3

 

Aula 3

Leitura Bíblica: Semana 3

Salmo 71, 72, 73, 74; Provérbios 17

Salmo 75, 76, 77, 78; Provérbios 18

Salmo 79, 80, 81, 82, 83, 84; Provérbios 19

Salmo 85, 86, 87, 88, 89; Provérbios 20

Salmo 90, 91, 92, 93, 94, 95, 96; Provérbios 21

Salmo 97, 98, 99, 100, 101, 102, 103; Provérbios 22

 

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Você tem alguma dúvida? Pergunte ao pastor no grupo de Zap do Catecismo. Seus pais estão lendo a Bíblia com você? Deveriam. Insista que façam isto. É função deles andar com você.

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Êxodo 1 a 18

Êxodo 19 a 40

Responder sobre os vídeos:

Êxodo 1-18

  1. Como o Livro de Êxodo se conecta ao Livro de Gênesis?
  2. Quanto tempo se passa entre o final de Gênesis e o início de Êxodo?
  3. Como o novo faraó vê os israelitas, e o que ele faz com eles?
  4. Quem é Moisés, e como ele é salvo do decreto do faraó?
  5. O que Deus pede a Moisés na história da sarça ardente?
  6. Como o endurecimento do coração do faraó é descrito na história?
  7. O que acontece na praga final, a noite da Páscoa?
  8. Como o faraó reage após liberar os israelitas?
  9. Qual é o significado da canção de louvor após o êxodo?
  10. Como os israelitas reagem no deserto após o êxodo?

Êxodo 19-40

  1. O que acontece no início da segunda metade do Livro de Êxodo?
  2. Como a aliança no Monte Sinai se relaciona com as promessas a Abraão?
  3. O que são os Dez Mandamentos, segundo o vídeo?
  4. Qual é o propósito do tabernáculo descrito no vídeo?
  5. Como o tabernáculo é descrito simbolicamente?
  6. O que os israelitas fazem enquanto Moisés está no Monte Sinai?
  7. Como Moisés intercede pelos israelitas após a idolatria?
  8. Como Deus descreve Seu próprio caráter a Moisés?
  9. O que acontece quando o tabernáculo é concluído?
  10. Qual é a questão central levantada no final do Livro de Êxodo?

Manual preparado pelo pastor Jarbas Hoffimann. Para o manual completo, entre em contato.

Crescendo em Fé - Aula 2

Aula 2

Leitura Bíblica: Semana 2

Salmo 36, 37, 38, 39, 40; Provérbios 10

Salmo 41, 42, 43, 44, 45, 46, 47; Provérbios 11

Salmo 48, 49, 50, 51; Provérbios 12, 13

Salmo 52, 53, 54, 55, 56, 57, 58; Provérbios 14

Salmo 59, 60, 61, 62, 63, 64, 65; Provérbios 15

Salmo 66, 67, 68, 69, 70; Provérbios 16

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Leitura do Catecismo:

·         Perguntas 1 a 8, pág. 45-46


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Responder sobre os vídeos:

Visão Geral do Antigo Testamento

  1. Como é organizado o Antigo Testamento em uma Bíblia Protestante, e quantos livros ele contém?
  2. Como a tradição judaica organiza os mesmos livros do Antigo Testamento, e qual é o nome dessa coleção?
  3. Quais são as diferenças entre a organização da Torá no Tanar e no Antigo Testamento?
  4. Quem são alguns dos colaboradores conhecidos dos textos do Tanar, e quem são os autores principais?
  5. Como os escribas proféticos viam o processo de formação do Tanar?
  6. Qual é o tema central da narrativa da Torá no Tanar?
  7. Como a história da família de Abraão é apresentada na Torá?
  8. Qual é o papel de Moisés na Torá, e como a história termina?
  9. O que caracteriza as narrativas dos antigos profetas em Nevi’im?
  10. Como os livros de sabedoria e os rolos de Daniel e Crônicas contribuem para a narrativa do Tanar?


Responder Gênesis 1-11

  1. Como o Livro de Gênesis é dividido, e qual é o foco de cada parte?
  2. Como Deus transforma o mundo no início de Gênesis?
  3. O que significa os humanos serem criados à imagem de Deus em Gênesis?
  4. Qual é a escolha central dada aos humanos no jardim, e o que ela representa?
  5. Quem é a serpente, e qual é seu papel na história de Gênesis?
  6. Quais são as consequências imediatas da rebelião dos humanos no capítulo 3?
  7. O que Deus promete à serpente após a rebelião dos humanos?
  8. Como a rebelião humana se intensifica nos capítulos 3 a 11?
  9. Qual é a resposta de Deus à corrupção humana, e como Noé se encaixa nisso?
  10. O que representa a história da Torre de Babel, e como ela se conecta ao tema central de Gênesis 1 a 11?


Responder Gênesis 12-50

  1. Como o Livro de Gênesis é dividido, e qual é o foco da segunda parte?
  2. O que Deus promete a Abraão no capítulo 12?
  3. Como a promessa a Abraão se conecta à história da Babilônia em Gênesis?
  4. Por que a família de Abraão é central no restante do Antigo Testamento?
  5. Quais são os dois temas principais que unem as histórias das gerações de Abraão?
  6. Quais são alguns dos erros de Abraão mencionados na narrativa?
  7. O que é a aliança formalizada por Deus com Abraão, e qual é seu símbolo?
  8. Como Jacó é caracterizado, e o que Deus faz com ele apesar de seus erros?
  9. O que acontece com José, e como Deus transforma sua história?
  10. Como a promessa do descendente da mulher de Gênesis 3 é desenvolvida no final do livro?


Manual preparado pelo pastor Jarbas Hoffimann. Para o manual completo, entre em contato.

Crescendo em Fé - Aula 1

Aula 1 

Leitura Bíblica: Semana 1

Salmo 1, 2, 3, 4, 5; Provérbios 1, 2, 3

Salmo 6, 7, 8, 9, 10; Provérbios 4, 5

Salmo 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, Provérbios 6

Salmo 19, 20, 21, 22, 23, 24; Provérbios7

Salmo 25, 26, 27, 28, 29, 30; Provérbios8

Salmo 31, 32, 33, 34, 35; Provérbios 9

 Aqui começa sua jornada por toda a Escritura Sagrada. Antes de ler, faça uma oração para Deus guiar sua leitura.

E vamos fazer o seguinte: foi criada uma conta no Instagram apenas para nós falarmos de nossos estudos do Catecismo. A conta é @catecismocf. Siga esta conta, pois avisos, comunicados e auxílios serão publicados ali.

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Leitura do Catecismo:

·         Página 30-32


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Responder sobre os vídeos:

O que é a Bíblia - Como ler a Bíblia?

  1. Qual é uma das características destacadas sobre a Bíblia no início do vídeo?
  2. Como os profetas viam o papel de Israel na história, segundo o vídeo?
  3. Que tipo de habilidades os profetas usavam para criar os textos da Bíblia?
  4. Durante qual período os textos da Bíblia foram escritos, e quais eventos históricos são mencionados?
  5. O que significa a sigla “Tanac”, e quais são as três partes que ela representa?
  6. Qual era a relação das comunidades judaicas com os textos do período do Segundo Templo?
  7. Qual é o tema principal que os textos da Bíblia, em conjunto, buscam contar?
  8. Quem foi Jesus de Nazaré, e o que seus seguidores afirmaram sobre ele após sua morte?
  9. Quais tipos de textos compõem o Novo Testamento, conforme o vídeo?
  10. Como os cristãos trataram a literatura do Segundo Templo, e qual foi a decisão dos protestantes na Reforma?

A lei

  1. O que é a Torá, e quantos mandamentos ela contém?
  2. Como a palavra “Torá” é traduzida para o português, e por que essa tradução pode ser confusa?
  3. Como a história da Torá começa, segundo o vídeo?
  4. Qual é o papel do Monte Sinai na narrativa da Torá?
  5. Que padrão é observado na história da Torá em relação às leis e à rebelião?
  6. O que Moisés diz no final da Torá sobre a incapacidade de Israel seguir as leis?
  7. Como os livros dos Profetas na tradição judaica se relacionam com a história da Torá?
  8. Como Jesus se posiciona em relação à lei e aos profetas, segundo o vídeo?
  9. O que Jesus chama de “o grande mandamento”, e como ele o interpreta?
  10. Como Jesus cumpre a história da Torá e dos Profetas?


Manual preparado pelo pastor Jarbas Hoffimann. Para o manual completo, entre em contato.

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